CIÊNCIAS FORENSES - PERICIAS CRIMINAL E CIVEL

CIÊNCIAS FORENSES - PERICIAS CRIMINAL E CIVEL

Inscrições abertas

Perícias Criminal e Cível, Investigação e Produção das Provas

Curso realizado nas seguintes cidades:

Belo Horizonte-MG

Brasília-DF

Campo Grande-MS

Cascavel-PR

Cuiabá-MT

Goiânia-GO

Joinville-SC

Lisboa-Portugal

Maceió-AL

Rio de Janeiro-RJ

Salvador - BA

São Luís-MA

São Paulo-SP

Londrina-PR

Curitiba-PR

Veja as datas e horários para cada cidade na descrição abaixo:

Descrição do curso

PERÍCIAS CRIMINAL E CÍVEL, INVESTIGAÇÃO E PRODUÇÃO DAS PROVAS

INSCRIÇÕES ABERTAS - TURMAS 2019

O curso de Especialização em  Ciências Forenses - PERICIAS CRIMINAL E CIVEL 

" Investigação e Produção das Provas "  - 400h, tem como objetivo apresentar a Ciência da Criminalística e a sua importância no  investigação e produção de provas.

Dirigido para profissionais que desejam aprimorar  o conhecimento dos temas abordados, e com interesse  de atuar como peritos criminais( quando concursados e atuando em órgãos oficiais), ou preparar-se para atuar como perito judicial junto ao Poder Judiciário, Escritórios de Advocacias  e  entidades afins.

O nome forense vem de um adjetivo em latim que significa “respeitante ao fórum judicial”, ou seja, aquele que ajuda os tribunais a cumprir sua difícil missão de fazer justiça. A popularidade do cientista forense surgiu com as séries de TV, como a popular CSI, mas essa ciência existe desde o século 13. Conheça esse e outros fatos fascinantes sobre a ciência forense.

Perito criminal do século 13 - O primeiro livro sobre ciência forense foi escrito no século 13, por um juiz chinês chamado Song Ci. O “Collected Cases of Injustice Rectified”, que em português seria algo como “Coletânea de Casos de Injustiça Retificados”,  trata de uma série de regras para que os médicos legistas não cometam erros ou sejam corrompidos. Também conhecida como “Uma Lavagem dos Erros”, a obra está dividida em 53 capítulos e 5 volumes. Nela, Song Ci explica como fazer uma autópsia da maneira correta e conta, por exemplo, a diferença entre a morte por afogamento ou estrangulação. Tudo baseado em muito estudo e observação: casos reais da vila em que ele vivia são usados para explicar suas técnicas. Esse é ainda o primeiro livro que se conhece com informações sobre a entomologia forense (veja no próximo tópico o que é isso). 

Insetos que solucionam casos - Como já contamos, Song Ci foi a primeira pessoa no mundo a documentar o uso da entomologia forense, ou seja, o uso de insetos e outros artrópodes em investigações criminais. Essa aplicação da biologia na resolução de crimes estuda a sucessão de insetos necrófagos que atacam o cadáver. Basicamente, os bichinhos que estão lá ajudam a determinar o local da morte e quando ela aconteceu.Moscas, escaravelhos e ácaros são alguns dos animais mais importantes para essa área de pesquisa. Mas os porcos também ajudam os pesquisadores. Não, eles não atacam cadáveres por aí. É que os cientistas costumam usar porcos como cobaias, já que eles comem de tudo, tem poucos pelos e uma pele parecida com a humana.  Ao estudar os corpos dos pobres porquinhos, eles conseguem descobrir os ciclos de vida de diferentes insetos que comem cadáveres em todas as regiões do planeta.

O poder do DNA - Genética forense é o estudo do DNA para ajudar na resolução de casos criminais. A fase moderna dessa ciência vem das pesquisas de um médico chamado Alec Jeffreys, da Universidade de Leicester, na Inglaterra. Em 1984, ele criou um meio de identificar as pessoas através de fragmentos do material genético. Foi ele quem nomeou, inclusive, as características únicas do DNA de uma pessoa como “impressões digitais do DNA”. Com essas descobertas, uma lasca de unha ou um pelo que os criminosos deixem para trás pode condená-lo. Ao mesmo tempo, também é possível inocentar pessoas que estavam presas injustamente. Claro que, com o tempo, as técnicas foram se aprimorando cada vez mais: hoje, é possível identificar o DNA de uma pessoa com amostras menores, como em bitucas de cigarro ou guardanapos usados. Porém, essa técnica de DNA só funciona com comparação e uma amostra sem suspeito não é de grande valia. Por isso, países como Inglaterra e Estados Unidos possuem cadastros de código genético de todas as pessoas que já foram acusadas de algum delito. No Brasil, um decreto de março de 2013 instituiu o Banco Nacional de Perfis Genéticos e a Rede Integrada de Bancos de Perfis Genéticos.Mas nem tudo são flores. Em 2009, por exemplo, a polícia alemã descobriu que uma suspeita, que eles perseguiam há 16 anos por conta de vários assassinatos era, na verdade, uma mulher que trabalhava na fábrica do algodão usado nos cotonetes da investigação. Ou seja, não tinha nada a ver com nenhum crime, exceto o descuido da fábrica para não contaminar o material que produzia.

Fazendas de corpos - Atualmente, cinco universidades dos Estados Unidos têm um tipo de centro de pesquisa nada convencional: são as “fazendas de corpos”, lugares em que os cientistas estudam cadáveres e os efeitos que o tempo e a natureza têm sobre os corpos. Apesar de mórbido, esse tipo de pesquisa ajuda a determinar há quanto tempo a vítima está morta e, consequentemente, a solucionar casos antigos.O Laboratório Nacional Oak Ridge, da Universidade do Tennessee, foi o responsável pela criação da “fazenda de corpos” original, em 1981. Eles recebem cerca de 100 corpos doados, todo ano. Os cadáveres são colocados em diferentes condições, como na traseira de carros, no chão de terra, etc, e deixados para decomposição, de forma que os cientistas conseguem analisar o que acontece com o corpo humano em várias condições. O pesquisadores já descobriram, por exemplo, a concentração de cinco ácidos liberados pela decomposição de músculos e gordura, compostos inorgânicos que escorrem de ossadas para o solo, entre outras coisas. Esse tipo de informação é importante porque, segundo os cientistas, ocorre de maneira previsível com todos os seres humanos.

Cães forenses - O precioso olfato canino é de grande ajuda na ciência forense. Além de detectar drogas, cães treinados conseguem identificar corpos em decomposição, além de substâncias como querosene e gasolina, mesmo em quantidades muito pequenas. O olfato é uma arma tão poderosa que uma tecnologia farejadora já foi desenvolvida, capaz de detectar resíduos menores que 1 nanograma de odores de decomposição, além de explosivos. Tal tecnologia, entretanto, não tornou os cães obsoletos. Os cães continuam sendo, por exemplo, a melhor forma de seguir um rastro até a origem, enquanto os aparelhos são úteis para identificar o tipo de material encontrado. Além disso, a tecnologia é necessária em situações em que os cães não estão disponíveis, como em campos de batalhas.

Autopsias não-cirúrgicas - Autopsias acontecem, na maioria dos casos, para determinar a causa da morte de uma pessoa, mas o procedimento pode ser bastante traumático para os familiares. Além disso, existem algumas culturas e religiões que são contra esse tipo de prática. Graças à tecnologia, isso já tem solução: saem os bisturis e entram os scanners. A tecnologia capaz de produzir uma autopsia digital, chamada iGene, está em pesquisa há mais de uma década. Em 2010, foi aberto o primeiro centro, na Malásia, e outro foi inaugurado no final de 2013, desta vez na Inglaterra.Com a injeção de um corante no corpo e uma tomografia computadorizada completa, é possível mapear todos os órgãos, veias e ossos em 3D. Usando um bisturi virtual, os legistas conseguem rodar a imagem, cortar partes do corpo e visualizar dentro dos órgãos. A autópsia digital não é indicada em cerca de 25% dos casos, como quando a causa da morte é envenenamento, por exemplo. Se a família do morto quiser usar a tecnologia, ao invés do método tradicional, precisa pagar 500 libras. Porém, se o médico legista indicar a autópsia digital por conta de um crime, não há custos para os parentes da vítima.

Fonte:https://super.abril.com.br/blog/superlistas/6-curiosidades-sobre-a-ciencia-forense/;Publicado em 23 jul 2014, 18h18

Aulas mensais aos sábados  e domingos  das 09:00 às 17:00

* PARA TURMA DE LISBOA - PORTUGAL - CRONOGRAMA DIFERENCIADO , CONSULTAR PELO E-MAIL contato.keynes@gmail.com 

ESPECIALIZAÇÃO EM CIÊNCIAS FORENSES,

PERÍCIAS CRIMINAL E CÍVEL, INVESTIGAÇÃO E PRODUÇÃO DAS PROVAS

Estudos da ciência da Investigação - 400 ha

60h Modulo 1: Criminalística - Ciência Auxiliar do Direito Penal

(Conjunto de conhecimentos normalmente utilizados pela Polícia Científica com o objetivo de produzir provas periciais, apresentando os vestígios deixados pela prática de uma infração penal).

10h - Introdução à Criminalística - 10h - Tópicos de Direito Penal -10h - Tópicos de Direito Penal Especial -10h - Tópicos de Direito Processual - Penal e Cível - 20h - Psicologia Jurídica

90h Módulo 2: Interdisciplinaridade de áreas

(Disciplinas científicas que estão diretamente relacionada ao reconhecimento, a identificação, a individualização e a avaliação da evidência física pela aplicação do conhecimento cientifico associados às questões legais.)

20h - Balística Forense  - 10h - Fotografia - 10h - Química Forense - 20h - Documentoscopia e Grafoscopia - 30h - Crimes Digitais e Virtuais e Fonética Forense

50h Módulo 3 - Métodos de identificação Humana

(Identificação Humana, processo especifico no uso de técnicas especiais para determinar a identidade de pessoas)

10h - DNA Forense - Papiloscopia - 10h - Odontologia Legal - 20h - Arqueologia e Antropologia

10h - Entomologia Legal

60h Módulo 4 - Tópicos Avançados em Medicina Legal

(Especialidade de suma importância para determinação da causa mortis, podendo ser parte atuante juntamente com o Direito. Medicina Legal é ciência e arte ao mesmo tempo. É Ciência por que coordena e sistematiza verdades gerais em um conjunto ordenado e doutrinário; é Arte porque aplica técnicas, métodos e táticas, que resultam na missão de esclarecer a verdade contribuindo para o Direito na aplicação da justiça.)

10h - Sexologia e Crimes Sexuais - 50h - Traumatologia, Patologias e Autópsias, Necrópsias e Tanatologia

50h Módulo 5 - Periculosidade Criminal

(Área do conhecimento em saúde com estudo em interface com as Ciências Jurídicas que auxiliam as tomadas de decisões da Justiça em relação aos indivíduos portadores de Transtornos Mentais que cometem delitos.)

10h Psiquiatria Forense - 20h Psicopatologia, diagnóstico e evolução de laudos -20h Toxicologia e Drogas

90h Módulo 6-Produção Técnico-Cientifico 

(Produção de texto técnico científico interdisciplinar com olhar das disciplinas da Especialização.)

40h Estruturação e Elaboração de Laudos - 20h Metodologia da Pesquisa Cientifica - 30h Projeto Desafio 

Documentação Exigida

DOCUMENTAÇÃO DE CARÁTER OBRIGATÓRIO
1 FOTO 3X4
Cópias simples de: RG - CPF - comprovante de endereço - certidão de nascimento ou casamento histórico de graduação superior.

Cópia autenticada diploma de graduação superior frente e verso.

Para: Dirigido para profissionais graduados nas áreas de saúde - exatas  - ciências sociais aplicadas e tecnologia

Investimento

R$ 350,00 - Taxa de inscrição.
O boleto será emitido após o preenchimento da ficha de inscrição 

24 parcelas de R$ 335,00 (trezentos e trinta e cinco reais) para pagamento até o vencimento - dia 08 de cada mês.

Vagas: 25 

Esta Especialização conta com docentes especializados, peritos criminais que atuam nos órgãos da Policia Cientifica e  Instituto Médico Legal, ofertada pela Faculdade de Tecnologia de Curitiba-FATECPR e Polo de Expansão Educacional Instituto Keynes, com respaldo na Resolução 01/2018, de 09/04/2018, CES/CNE/MEC, onde disciplina os programas de lato sensu.

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